Vereador dá golpe de judô em briga de bar e se justifica: “fiz meu papel de autoridade”
Vereador Irmão Maier se envolve em briga em Camboriú. Cena viralizou após ele aplicar golpe semelhante ao judô. Motivo do confronto divide opiniões.
Por Equipe Jornal Razão·29 jul 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Uma confusão inusitada envolvendo o vereador Irmão Maier, do município de Camboriú (SC), viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (29). Imagens mostram o parlamentar entrando em confronto físico com outro homem na frente de uma conveniência. A cena chamou atenção por um detalhe curioso: o golpe aplicado pelo vereador lembra a clássica técnica do judô conhecida como O-soto-gari, normalmente usada em competições marciais.
De acordo com as primeiras informações divulgadas pelo jornalista Paulo Roberto, a briga teria começado após uma cobrança de dívida. A denúncia inicial, ainda sob apuração, aponta que o vereador estaria cobrando valores em nome próprio, e que, inclusive, teria usado o carro oficial da Câmara em outra situação semelhante para fazer cobranças pessoais.
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No entanto, a versão foi rapidamente contestada pelo próprio vereador. Em contato com o repórter, Irmão Maier negou que o confronto tenha sido motivado por qualquer tipo de dívida. Segundo ele, a situação teria ocorrido quando passava pelo local e viu um homem supostamente ameaçando um idoso. “Ele estava mexendo com um senhor na frente da conveniência. Eu agi para defender o idoso”, afirmou.
Ainda conforme o vereador, sua atitude se deu no exercício do papel de “autoridade” no município. “Agiria da mesma forma novamente. Tenho a consciência tranquila”, declarou.
As imagens geraram forte repercussão entre os moradores de Camboriú. Nos comentários das publicações, as opiniões se dividiram entre quem considera o ato do vereador como abuso de poder e quem o enxerga como legítima defesa.
“Judô tá em dia, hein?”, ironizou um internauta. “Deveriam inscrever o Irmão Maier no judô da terceira idade de Camboriú”, brincou outro. Já alguns usuários levantaram questões mais sérias: “Esse tipo de atitude precisa ser analisada por órgãos competentes”, alertou uma comentarista.
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Até o momento, a presidência da Câmara de Camboriú não se manifestou oficialmente sobre o caso.
Enquanto isso, o vídeo continua circulando em grupos de WhatsApp e páginas locais, acompanhado por memes, áudios irônicos e piadas envolvendo dízimos, exorcismos e artes marciais.