“Diabólico”: criminoso que ameaçou matar policial em SC é neutralizado em visita de “anjos” da CORE
Líder de facção criminosa com mais de 30 registros policiais reagiu a tiros contra equipe da CORE durante cumprimento de mandados em Garuva
Por Equipe Jornal Razão·21 mai 2026·4 min de leitura·Atualizado há 3 meses
Foto: Reprodução
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Um homem de 25 anos apontado como líder de facção criminosa em Garuva, no norte de Santa Catarina, foi morto em confronto com policiais da CORE na manhã desta quinta-feira (21).
A Polícia Civil deflagrou a operação por meio da DRACO/DEIC e da Companhia de Operações e Recursos Especiais para cumprir dois mandados judiciais contra Lucas Gabriel Padilha de Lima, conhecido como “Diabólico”. Os policiais tinham em mãos uma ordem de prisão temporária e um mandado de busca e apreensão.
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A ameaça que acelerou a operação
Lucas Gabriel era investigado por domínio social estruturado e ameaça cometida em contexto de organização criminosa ultraviolenta. Segundo a Polícia Civil, ele ostentava mais de 30 registros policiais por crimes como homicídio, tráfico de drogas e roubo.
A operação ganhou urgência após a identificação de que o suspeito teria ameaçado de morte um policial civil e sua família. Diabólico era apontado como liderança de uma facção que atuava na cidade de Garuva, consolidando sua influência na região norte do estado.
O confronto
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do investigado, Lucas Gabriel reagiu à abordagem e disparou contra a equipe da CORE. Os policiais revidaram, e o suspeito foi alvejado e neutralizado.
Nenhum policial ficou ferido na ação.
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No local, foi apreendido um revólver calibre .38, arma utilizada pelo suspeito durante o confronto. A Polícia Científica foi acionada e realizou todos os procedimentos de praxe.
Força-tarefa no norte do estado
A operação mobilizou uma estrutura robusta da Polícia Civil. Além da CORE e da DRACO/DEIC, participaram da ação a Delegacia de Polícia de Comarca de Garuva, a DLAV/DEIC, a DECOD/DIC de Itajaí e a Coordenadoria de Operações com Cães.
O caso segue em acompanhamento pela Polícia Civil, que investiga a extensão da atuação da facção liderada pelo suspeito no norte catarinense.