Arquidiocese de Chapecó rebate e diz que frei acusado de atirar em tucanos não foi preso
Entidade afirma que religioso apenas prestou depoimento; caso está sob análise do setor jurídico
Por Equipe Jornal Razão·3 set 2025·4 min de leitura·Atualizado há 11 meses
Foto: Reprodução
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A Arquidiocese de Chapecó se pronunciou nesta quarta-feira (3) sobre o episódio envolvendo o frei Genildo Provin, de 66 anos, administrador da Paróquia São João Batista, em Faxinal dos Guedes. A instituição afirmou que não houve prisão, mas sim uma condução para prestar depoimento e registro de protocolo junto à Polícia Civil.
Segundo a Arquidiocese, a informação sobre uma suposta prisão seria “distorcida”. O caso foi encaminhado ao setor jurídico da instituição, que deve avaliar as medidas cabíveis. A Paróquia de Faxinal dos Guedes acrescentou que todo o processo está sob responsabilidade da Arquidiocese. Até o momento, o frei não se manifestou publicamente.
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O episódio ocorreu na tarde de segunda-feira (1º), quando a Polícia Militar recebeu denúncia de que um homem estaria atirando contra tucanos próximo à praça central do município. Após a chegada da guarnição, o suspeito teria deixado o local em direção a Xanxerê. Durante rondas, policiais localizaram o veículo e encontraram uma carabina de pressão calibre 5,5 mm e uma caixa de munições tipo “chumbinho”.
De acordo com o boletim policial, o frei confirmou os disparos. Um tucano ferido foi resgatado e levado a uma clínica veterinária. A arma e as munições foram apreendidas e encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil de Faxinal dos Guedes, onde o religioso prestou esclarecimentos.