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Criança de 2 anos com autismo é socorrida com hematomas na cabeça, pescoço e coxas após denúncia em SC

Conselho Tutelar e Bombeiros resgatam menino em Capivari de Baixo após suspeita de agressão no Centro da cidade. Menino foi transportado ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão, onde passou por avaliação médica. Foto: Ilustração

Criança de 2 anos com autismo é socorrida com hematomas na cabeça, pescoço e coxas após denúncia em SC
Foto: Reprodução
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Um chamado que ecoa dor e indignação movimentou o município de Capivari de Baixo, no Sul catarinense, na tarde desta quinta-feira (20). O que deveria ser o aconchego de um lar transformou-se no cenário de uma triste intervenção do 8º Batalhão de Bombeiros Militar, acionado para resgatar um menino de apenas dois anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e não verbal, sob a suspeita de ter sido vítima de agressões.

Ao chegarem ao endereço indicado por uma denúncia na rua João Ernesto Ramos, no Centro da cidade, as equipes de resgate se depararam com uma cena profunda e inquietante. A criança repousava em seu berço, indefesa e sem a capacidade de expressar com palavras o sofrimento pelo qual passava. O exame físico inicial revelou marcas evidentes de violência: hematomas visíveis espalhados pela região frontal da cabeça, pelo pescoço e pelas coxas.

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O resgate

Diante do quadro delicado, os bombeiros prestaram os primeiros cuidados pré-hospitalares com todo o zelo necessário para acolher o pequeno, cuja condição de não verbalidade tornava o momento ainda mais vulnerável. Com a máxima urgência, o menino foi transportado ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão, onde passou por avaliação médica detalhada para diagnosticar a extensão das lesões e receber o tratamento adequado.

A gravidade do episódio mobilizou imediatamente a rede de proteção social e de segurança pública. A Polícia Militar compareceu ao local da ocorrência para colher os primeiros elementos, enquanto o Conselho Tutelar assumiu a guarda do caso e acompanhou a criança durante todo o trajeto e a permanência na unidade hospitalar, garantindo que o garoto não ficasse desamparado.

As circunstâncias exatas das agressões e a identificação dos responsáveis ainda estão sob investigação, e, até o momento, não foram confirmadas responsabilizações criminais oficiais. O caso segue sob acompanhamento atento das autoridades competentes, que buscam respostas para um ato que indigna pela vulnerabilidade da vítima e pela dor silenciosa que ele carrega.

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