“Meu parque minha vida”: casinha de criança vira abrigo improvisado e revolta moradores em Florianópolis
Moradores do Jardim Atlântico afirmam que parquinho infantil foi ocupado por pessoas em situação de rua e cobram ação mais efetiva do poder público.
Por Equipe Jornal Razão·25 fev 2026·4 min de leitura·Atualizado há 5 meses
Foto: Reprodução
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Moradores do bairro Jardim Atlântico, em Florianópolis (SC), relatam que a presença constante de pessoas em situação de rua tem mudado a rotina da região. Segundo quem vive no entorno, a sensação é de que o bairro estaria sendo “tomado” por ocupações improvisadas em espaços públicos.
Um dos pontos que mais gerou indignação foi um parquinho infantil da comunidade. Conforme relatos, pessoas em situação de rua teriam ocupado uma das casinhas instaladas para as crianças. Panos foram colocados fechando a estrutura, transformando o espaço, na prática, em abrigo para dormir e descansar.
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De forma irônica, moradores afirmam que o local destinado ao lazer infantil acabou servindo como moradia improvisada. “Tomaram conta do parquinho”, relatou um morador, ao descrever que a estrutura estaria sendo usada como quarto, área de descanso e ponto fixo de permanência.
Ainda segundo os próprios moradores, a PMSC e a Guarda Municipal são frequentemente acionadas e estariam presentes na região. Eles reconhecem que há abordagens e encaminhamentos, mas afirmam que, no dia seguinte, as mesmas pessoas retornam ao local.
A situação, conforme relatos, se repete atualmente. Comerciantes e famílias dizem que não se trata apenas de circulação, mas de ocupação constante de praças e áreas de convivência.
Os moradores cobram uma ação mais efetiva do poder público. Para eles, não basta retirar temporariamente.