“Vômito, dor e diarreia”: estudantes denunciam comida estragada em escola em SC
Relatos apontam que cerca de 20 alunos passaram mal após consumirem a merenda em escola de Brusque; Secretaria de Educação afirma que caso está sendo apurado.
Por Equipe Jornal Razão·18 abr 2026·5 min de leitura·Atualizado há 4 meses
Foto: João Henrique Krieger/Arquivo O Município / Ilustração Freepik
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Alunos da Escola de Educação Básica (EEB) Feliciano Pires, em Brusque, relataram casos de possível intoxicação alimentar após consumirem a merenda escolar nesta quinta-feira (16). A informação foi divulgada pelo O Município e confirmada por estudantes da unidade.
De acordo com uma aluna, cerca de 20 estudantes apresentaram sintomas como vômito, dores abdominais intensas e diarreia. “Cheguei a pensar que fosse o bolo que comi no café, mas depois lembrei que o purê de batata-doce da escola estava azedo”, relatou.
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Ainda segundo ela, alguns alunos procuraram a direção para relatar o problema, mas teriam sido informados de que não havia irregularidades na alimentação. “Disseram que quem passou mal teria que levar atestado comprovando que era intoxicação”, afirmou.
Sintomas semelhantes
Na turma da estudante, ao menos oito colegas também apresentaram sintomas semelhantes. “Conversei com o pessoal no grupo da sala e vários relataram os mesmos problemas”, disse.
A aluna ainda afirma que não é a primeira vez que surgem reclamações sobre a merenda. “Já teve gente que encontrou cabelo e até barata na comida”, contou.
Um dos casos mais graves, segundo o relato, envolveu um estudante atleta de um time catarinense, que teria passado mal durante um treino aberto e acabou sofrendo um episódio de incontinência, gerando constrangimento.
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Manifestação do Estado
Procurada pela reportagem do portal O Município, a Secretaria de Estado da Educação (SED) informou que, ao tomar conhecimento da situação, acionou a empresa responsável pela alimentação escolar e realizou a coleta de amostras da merenda para análise.
“A SED acompanha de perto a alimentação escolar nas escolas estaduais de Santa Catarina, priorizando a saúde e o bem-estar dos estudantes catarinenses. Por meio de sua equipe de nutricionistas, a Secretaria zela pela alimentação saudável e adequada e monitora diariamente os produtos servidos aos estudantes”, informou em nota.