Vísceras arrancadas e cabeça em sacola; Justiça mantém prisão do homem que mutilou cão em SC
Conforme a Polícia Civil, a Justiça acatou o pedido e converteu em preventiva a prisão do homem de 23 anos que matou e mutilou o cão de um vizinho em Santa Cecília. Fotos: PCSC
Por Equipe Jornal Razão·24 jun 2026·4 min de leitura·Atualizado há 1 mês
Foto: Reprodução
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A Justiça catarinense determinou que o homem de 23 anos preso por matar e mutilar um cachorro em Santa Cecília, no Meio-Oeste do estado, permaneça atrás das grades. A decisão saiu em audiência de custódia realizada nesta terça-feira (23), quando o juiz acatou o pedido da Polícia Civil (PCSC) e converteu a prisão em flagrante em preventiva.
Segundo o delegado Diogo Galvão, em entrevista ao TVBV Online, a manutenção da prisão foi solicitada porque o suspeito já respondia em liberdade por outros crimes, principalmente furto. Com a decisão, ele foi encaminhado ao sistema prisional e segue à disposição da Justiça.
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Relembre o caso
A prisão aconteceu na segunda-feira (22), depois que moradores procuraram a Delegacia de Polícia para relatar a suspeita de que um cão da vizinhança havia sido morto e enterrado. Os policiais civis foram até o local e encontraram o animal em um terreno vizinho, sem a cabeça, com um corte profundo no abdome e as vísceras removidas. As patas traseiras estavam amarradas a uma haste de ferro.
Conforme a corporação, o cachorro pertencia a um vizinho do suspeito, mas convivia no terreno onde ele morava. Próximo ao corpo, os agentes apreenderam uma faca com vestígios de sangue. Na sequência, durante buscas na casa do homem, encontraram a cabeça do animal dentro de uma sacola plástica, já sem pele, ao lado das vísceras.
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O que vem agora
A Polícia Científica recolheu o corpo do cão e os demais vestígios deixados na cena, que passarão por exames periciais. O laudo deve ajudar a reconstituir o que aconteceu e reforçar o material que sustenta a acusação.
O suspeito responde pelo crime de maus-tratos contra animal, cuja pena pode chegar a cerca de seis anos e oito meses de reclusão. O caso e a motivação do crime seguem sob investigação.