“Sete contra um”: grupo atrai e espanca adolescente de 15 anos no banheiro de escola em Bombinhas
Segundo a família, grupo aguardava o adolescente no banheiro durante o intervalo. Boletim de ocorrência foi registrado e caso segue sem posicionamento oficial da escola ou da Polícia Civil.
Por Equipe Jornal Razão·13 mar 2026·4 min de leitura·Atualizado há 2 meses
Foto: Reprodução
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Um adolescente de 15 anos foi agredido por um grupo de colegas no banheiro do Colégio Leopoldo, no bairro de Zimbros, em Bombinhas (SC). O ataque aconteceu durante o intervalo escolar e o jovem foi levado à UPA com lábios cortados, rosto inchado, hematomas no pescoço e nas costelas e dificuldade para caminhar.
Segundo o relato do pai ao Jornal Razão, a escola entrou em contato com a família por volta das 10 horas da manhã alertando sobre a agressão e pedindo que o jovem fosse levado com urgência à unidade de saúde.
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Na UPA, o adolescente recebeu cinco pontos na boca. Fotos enviadas pela família mostram o jovem em atendimento médico com curativo no rosto e sangue nas mãos. Ele saiu do hospital sem conseguir se locomover normalmente e sem conseguir se alimentar, apenas ingerindo líquidos.
De acordo com o pai, a abordagem começou logo cedo, por volta das 7h30, quando um colega se aproximou do adolescente na entrada da escola e disse que queriam falar com ele no banheiro. O jovem recusou.
No intervalo, ao sair da sala, ele avistou dois ou três meninos que já o aguardavam. Um deles disse “você vem com a gente”, colocou a mão nas costas do adolescente e o conduziu até o banheiro, onde outros cinco ou seis alunos estavam à espera. A agressão aconteceu no local.
Conforme o relato familiar, o motivo registrado no boletim de ocorrência foi que o agressor teria paquerado a namorada de um amigo. A família esclarece que nem todos que conduziram o jovem participaram diretamente das agressões, mas que todos o levaram até o local.
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A princípio, todos os envolvidos são menores de idade. O boletim de ocorrência foi registrado. Após o caso, a família afirma que passou a receber ameaças.
Até a última atualização, não havia posicionamento oficial da escola nem da Polícia Civil sobre abertura de inquérito ou medidas tomadas em relação aos agressores. O caso segue em apuração.