Cerca de 200 pessoas resistem em barracas e carros após enchentes em Porto Alegre
Sem acesso às suas casas, os moradores optaram por não ir para abrigos distantes, preferindo ficar próximos de onde residem.
Por Equipe Jornal Razão·21 mai 2024·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
Publicidade
Mais de duas semanas após a cheia do rio Guaíba, a Região das Ilhas em Porto Alegre ainda enfrenta inundações severas, forçando mais de 200 habitantes a procurar abrigos improvisados.
Sem acesso às suas casas, os moradores optaram por não ir para abrigos distantes, preferindo ficar próximos de onde residem. Barracas, carros e espaços sob pontes tornaram-se refúgios temporários.
Publicidade
Cerca de 222 pessoas montaram barracas utilizando, por exemplo, lonas e madeiras encontradas na região, ao longo da BR-290, próximo à ponte do Guaíba.
Os moradores, incluindo a igreja liderada pelo padre Rudimar Dal’Asta, que também foi afetada pelas águas, tem demonstrado solidariedade. O padre, agora desabrigado, compartilha uma barraca com outras três pessoas e destaca a importância da caridade neste momento crítico. O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) tem contribuído, fornecendo cerca de 100 marmitas diárias para os desabrigados.
Além de alimentação, são distribuídas cestas básicas, roupas e colchões para auxiliar os desabrigados.
A prefeitura de Porto Alegre não comentou quais medidas estão sendo tomadas para assistir essas vítimas. O espaço está aberto.