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Sexta, 7 de dezembro

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Rumo às missões jesuítas

03 Outubro 2018 00:00:00

A PARTIDA. A primeira parada foi num dos portais de entrada ao Planalto Serrano Catarinense

A partida, mais parida do que caída! Depois de alguns meses com um pré-natal um pouco difícil, finalmente demos a luz a ela. A Zoiuda nasceu! Zoiuda nada mais e do que o nome do nosso carro, que nos conduz, e que também carrega nossas inseparáveis bicicletas. E então lá fomos nós.

A princípio não íamos entrar em Urubici, Santa Catarina, só que como o adjetivo flexível sempre foi parte constante do nosso vocabulário, decidimos entrar. E não poderíamos ter surpresa melhor. Urubici é atualmente uma referência nacional no que diz respeito ao turismo de aventura, e porque não dizer gastronômico. E por falar em gastronomia, o que ajudou a dar-nos um empurrãozinho rumo a essa pacata cidade, porta de entrada ao planalto catarinense, foi um grande outdoor falando sobre a Fenatruta, festival dedicado a este peixe nobre produzido nas límpidas e frias águas de Urubici.

De imediato fomos a Secretaria de Turismo obter mais informações. Para surpresa nossa descobrimos que a cadeira do secretário estava vaga! Isto mesmo! Uma cidade com o imenso potencial que possui, mais de 3000 leitos disponíveis, uma forte e alta gastronomia local, estava sem representante oficial do poder público. Nada que impeça os comerciantes locais de tomarem as rédeas e fazer as coisas acontecerem. A natureza sem sombra de dúvidas fez a sua parte, e ao que parece os homens também, ao menos os homens de bem. Dentre eles, para nos, um teve destaque.

Tivemos a oportunidade de conhecer Marcus Zilli, um morador nativo, apaixonado pelo local e por suas belezas. Ele teve a ideia de dar um impulso ao turismo local, melhorando de maneira direta ou indireta a vida dos urubicienses e abrindo as portas da cidade para o mundo. Marcus inclusive foi quem nos hospedou e nos colocou um pouco mais a par da cidade, suas belezas naturais e tudo o que ela oferece. Através dele ficamos sabendo das famosas cavernas dos bugres, local ímpar, onde teorias a parte, acredita-se que uma série de tuneis e covas foram habitadas pelos indígenas da etnia xoclengue, e também pelos padres jesuítas. Estes últimos, aliás, fugindo da perseguição que a igreja católica impôs na época a essa congregação. Coincidência ou não, um dos objetivos no nosso projeto é conhecer mais de perto um pouco das Missões Jesuíticas no Brasil, Argentina e Paraguai, retratando um pouco da cultura e da história envolvendo essas reduções no continente sul americano.

Bom, agora que o filho veio ao mundo, cabe a nós, e a vocês fazer com que ele cresça saudável, justo e igualitário, compartilhando com os outros todas as experiências que a vida há de prover, num mundo que insiste em tornar todos mais egoístas, mais mesquinhos.


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