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Sexta, 9 de agosto

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Atenção

Quinto caso confirmado de dengue coloca Itapema em estado de alerta

PREOCUPAÇÃO. O último caso confirmado da doença foi numa mulher de 32 anos

Foto: DC

Foi confirmado pela Secretaria de Saúde (SS) na última sexta-feira (13), o quinto caso de dengue no Município de Itapema. Todos os casos confirmados da doença são de moradores do Bairro Morretes, no último trata-se de uma mulher de 32 anos.

De acordo com a SS do município e o Programa de Controle a Dengue uma força tarefa deverá ser realizada até o dia 27 de abril, com a aplicação de inseticidas e larvicidas nas áreas consideradas infestadas pelo mosquito Aedes Aegypti, mosquito transmissor da doença. Essa força tarefa irá contar com agentes de endemias e com o apoio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC).

Com esses cincos casos da doença no município, a cidade entra em estado de alerta com a dengue.

A SS pede que a população colabore para evitar o surto da doença no município. Com iniciativas fáceis, como evitar o acumulo de lixo e água parada em recipientes, pode-se contornar essa situação.

Tijucas

A Coordenadoria da Vigilância em Saúde do município ressalta que não há motivos para alarde no momento, porque não há nenhum caso suspeito na cidade, tampouco focos de mosquitos contaminados pelo vírus.

Os cuidados da população com a água parada, onde o Aedes aegypti se reproduz, no entanto, precisam ser mantidos.

O trabalho da Vigilância em Saúde de Tijucas é intenso para monitorar o surgimento de possíveis focos do mosquito. O órgão tem 180 armadilhas espalhadas em locais estratégicos por todo o município, que são monitoradas semanalmente.

O Programa Municipal de Combate à Dengue tem 17 pontos identificados com focos do Aedes aegypti, mas os mosquitos não estão infectados pelo vírus e, por isso, não transmitem a dengue. Estes pontos são monitorados constantemente.

Sempre que um foco é encontrado nas armadilhas ou em qualquer outro local, a equipe da Vigilância em Saúde faz o tratamento da água com larvicida. Além disso, estabelece-se um raio de 300m em torno do foco em que todos os imóveis (residências, terrenos baldios, comércios) são visitados para receber o tratamento de água parada e orientação sobre os cuidados a serem adotados. O tratamento com larvicida é feito bimestralmente.

O Aedes aegypti, além da dengue, transmite zika, chikungunya e febre amarela. A Coordenadora da Vigilância em Saúde, Edla Constante, ressalta que a responsabilidade pelo combate ao mosquito é do estado, dos municípios e também dos cidadãos, que têm papel fundamental neste processo.

Veja as recomendações da Dive-SC para evitar a proliferação do mosquito:

  1. Evitar usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, colocar areia até a borda;
  2. Guardar garrafas com o gargalo virado para baixo;
  3. Manter lixeiras tampadas;
  4. Deixar os depósitos para guardar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d'água;
  5. Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
  6. Tratar a água da piscina com cloro e limpá-la uma vez por semana;
  7. Manter ralos fechados e desentupidos;
  8. Lavar com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo, uma vez por semana;
  9. Retirar a água acumulada em lajes;
  10. Dar descarga, no mínimo, uma vez por semana em banheiros pouco usados;
  11. Manter fechada a tampa do vaso sanitário;
  12. Evitar acumular entulhos, pois podem se tornar locais de foco do mosquito;
  13. Denunciar a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde.






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