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PEGADA ANIMAL

Doença do carrapato pode levar seu pet à morte

29 Maio 2018 18:20:00

CUIDADO. Bactéria geralmente se instala dentro dos glóbulos brancos e também pode ser transmitida para os gatos

A gente sempre se preocupa se nosso cãozinho anda meio caidinho. É bom ficar de olho mesmo se ele estiver, além de desanimado, apresentando sintomas como febre, vômitos, secreção nasal e respiração alterada. Ele pode estar com a Doença do Carrapato ou Erliquiose. 

Causada por bactérias do gênero Ehrlichia, principalmente pela Ehrlichia canis e transmitida por Riphicephalus sanguineus, essa doença é séria e pode ser fatal. Diversas doenças transmitidas por carrapato têm assumido importância tanto em saúde pública, quanto animal. A Erliquiose monocítica canina tem sido descrita no Brasil desde 1973, mas atualmente encontra-se disseminada em vários Estados.

Sintomas   

Depois de um período de incubação de 8 a 20 dias, o cão infectado com E. canis começa a apresentar diversos sinais sistêmicos, iniciando a fase aguda, quando se multiplica dentro das células mononucleares circulantes e do fígado, do baço e dos linfonodos. 

Os sinais incluem depressão, letargia, anorexia, pirexia, linfoadenomegalia, esplenomegalia e perda de peso. Os cães podem apresentar tendências a sangramento, principalmente petéquias e equimoses na pele e nas membranas mucosas. Os sinais oculares não são incomuns podendo ocorrer opacidade corneana.

A fase subclínica da infecção ocorre após seis a nove semanas da inoculação, mas pode durar meses ou até anos. Pode ocorrer anemia na ausência de sinais clínicos. Os sinais clínicos da fase crônica são discretos e ausentes em alguns cães e graves em outros, sendo diagnosticada por ocasião da pesquisa de outras doenças.

Diagnóstico 

O diagnóstico presuntivo é firmado com base nos sinais clínicos e achados laboratoriais, porém a confirmação se dá pela visualização de mórulas em exame de esfregaço sanguíneo e também por detecção de altos títulos de anticorpos para E. canis. 

Tratamento  

Depois da realização da consulta com o medico veterinário, ele passará os medicamentos necessários para o tratamento.  

Em casos mais graves poderá haver necessidade de transfusão sanguínea devido a anemia grave.






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