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Pegada Animal

Cuidado com carrapatos no seu cão

07 Agosto 2018 04:20:00

CARRAPATO. É importante saber que ele pode matar


A doença do carrapato se apresenta de duas formas: a erliquiose (erlichiose) e a babesiose. Elas são transmitidas pelo carrapato marrom (Rhipicephalus sanquineus). Ele se aloja no corpo do cachorro e se alimenta de sangue. As duas formas da doença podem atingir o cachorro simultaneamente, agravando ainda mais o quadro clínico do cão.

A erliquiose é uma doença infecciosa severa que acomete os cães. É causada por bactérias do gênero Ehrlichia, sendo a principal a Ehrlichia canis. Raramente atinge gatos ou seres humanos, embora não seja impossível.

É uma doença mais comum durante o verão, já que os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzir.

O carrapato do cão (Rhipicephalus sanguineus) é encontrado no meio ambiente muito facilmente, como canis, muros, telhados, troncos e cascas de árvores, residências, etc. Esse parasita é muito sensível à claridade, por isso se "escondem" em ambientes com pouca luz para ser infectado pela doença (tanto a Babesiose quanto a Erliquiose). O carrapato precisa ficar preso à pele por no mínimo 4h.

Importante lembrar que os carrapatos não vivem sem um hospedeiro, pois precisa de seu sangue para sobreviver, sugando-o até ficar saciado. Depois de se alimentar, eles se soltam do hospedeiro até precisar de sangue novamente e partir em busca de um outro animal, cujo sangue servirá de alimento.

O carrapato é infectado quando se alimenta do sangue de um cão com babesiose. Uma vez ingeridas as babésias, elas se instalam e contaminam os ovos que serão postos pelo carrapato fêmea. Depois de já terem contaminado os ovos, as larvas e as ninfas, esses protozoários se fixam nas glândulas salivares do carrapato adulto e se multiplicam neste lugar. Quando este carrapato contaminado for sugar o sangue do próximo hospedeiro, o cão infectará o animal.

  • SINTOMAS

Febre, falta de apetite, secreção nasal, depressão, vômitos, sinais pulmonares, anemia, urina escura "cor de café", mucosas de cor amarelada.

  • DIAGNÓSTICO

Somatória dos achados clínicos, das alterações dos exames hematológicos, sorológicos e moleculares.

  • TRATAMENTO

Baseia-se em antibiótico e vitaminas. Em casos mais graves o animal poderá precisar de transfusão sanguínea. Qualquer tipo de alteração de comportamento leve ao veterinário.

  • PREVENÇÃO

Existem comprimidos de duração que variam de 30 a 90 dias de acordo com a marca. Pipetas tópicas também são válidas para a prevenção.

Coleiras são ótimas. Verificar a presença de carrapato no cão, desinfetar o ambiente onde o animal vive, usar produtos veterinários carrapaticidas, como sabonetes, xampus.




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