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Atenção com a Leishmaniose Canina - Pegada Animal 004

09 Março 2018 17:15:00

ALERTA. Essa doença pode ser transmitida para o humanos

Vicente de Paula Neto
Foto: Lorran Barentin

Este espaço é voltado aos animais domésticos. Você pode nos enviar, através do redacao@jornalrazao.com, questionamentos, sugestões e fotos do seu bichinho de estimação, que serão postadas em www.jornalrazao.com, na coluna Pegada Animal. Contatos através do 48 3263 7777.

Trata-se de uma doença parasitária grave do cão, causada por um protozoário (parasita microscópico), Leishmania chagasi, transmitido por um flebótomo - inseto relativamente parecido com um mosquito, mas menor. A Leishmaniose é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida ao homem.
O primeiro sinal clínico mais comum a aparecer é a perda de pelo, sobretudo ao redor dos olhos, nariz, boca e orelhas. À medida que a doença progride, o cão perde peso. É habitual o desenvolvimento de uma dermatite ulcerativa (ferida) que pode se disseminar por toda a superfície corporal do cão, sobretudo nas regiões do corpo do cão que têm maior contato com o chão quando o animal está sentado ou deitado.
Em uma fase mais avançada começam a se observar sinais relacionados com a insuficiência renal crônica e acelerado crescimento das unhas. Mesmo após o tratamento o animal pode continuar transmitindo a doença para os flebótomos que o picam.
No cão a Leishmaniose vive no interior de um tipo especial de células de defesa - os macrófagos, existentes em vários tecidos do organismo. Quando uma fêmea do inseto pica um cão infectado, ele recebe as Leishmanias através do sangue ingerido. Dentro do estômago do inseto os parasitas se multiplicam. Quando esta fêmea volta a picar um cão, inocula a Leishmania no novo hospedeiro. Os flebótomos picam os cães preferencialmente na cabeça (nariz e orelhas). As Leishmanias infectam os macrófagos do cão e iniciam o processo de multiplicação, permitindo o desenvolvimento da doença.
Você pode prevenir
O período de incubação é muito variável, podendo ser de poucos meses até anos. O período médio aproxima-se dos 3 a 18 meses.
Alguns cães são resistentes e, embora possam sofrer picadas de flebótomos infectados, nunca mostrarão sinais de doença, desde que se mantenham corretamente alimentados e não sejam submetidos a situações de stress. A resistência também pode ser de origem genética.
Existem poucos produtos disponíveis que possuem indicação em bula contra a picada do flebótomo. A melhor opção é a utilização de coleiras impregnadas de Deltametrina, tal como é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A coleira Scalibor® é a única impregnada de Deltametrina atualmente disponível.
O encoleiramento baseia-se principalmente no efeito repelente do flebótomo, evitando que este pique o cão. Um flebótomo que não pica não transmite a Leishmaniose.
Existem produtos tópicos no mercado, como repelentes e também uma opção complementar seria a vacinação disponível em clinicas veterinárias.

Bibliografia site scalibor MSD







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