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Sexta, 22 de março

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Superação

Dois exemplos de vitoriosas guerreiras

11 Março 2019 09:46:00


Corria o dia 22 dezembro de 2011. Uma trabalhadora saia do serviço com sua motocicleta e repentinamente deu de cara com uma carreta. Foi tudo muito rápido, a colisão causou ferimentos graves, levando-a ao hospital em condições desesperadoras. Ela corria risco de morte, sofreu muito, dores, angústia e ansiedade, mas em momento algum deixou de acreditar que sobreviveria ao infortúnio.

O nome dela é Rosemery Alves, mãe de cinco crianças, entre elas trigêmeas. Ela é um verdadeiro exemplo de superação.

Primeiro o corpo dilacerado e a luta para chegar ao hospital. O caso foi tão grave que chamaram um helicóptero para transferi-la ao Hospital Regional de São José. A condução com a aeronave não deu certo. Foi neste momento que ela soube que parte da perna direita seria amputada.

"Eu tinha duas alternativas: permanecer com a perna esfacelada, progredindo para um quadro de infecção, ou amputar a perna para poder lutar pela vida", conta Rosemery.

A cirurgia de amputação foi marcada para às 6h30 da manhã do dia seguinte. Ela levantou a cabeça e propôs a realização naquele mesmo dia, porém eram necessários alguns procedimentos que só permitiriam a intervenção cirúrgica como o médico programou.

"Eu me preparei a noite toda, rezei muito, pedi a Deus que me desse sabedoria para conviver com a realidade futura...eu já não pensava mais que ficaria sem uma perna, o que eu queria era viver", acrescenta esta vencedora.

Ela encontrou forças no amparo da família. Após a amputação ela se deparou com a curiosidade das pessoas em saber como conviveria assim mutilada, mas foi aí que ela encontrou as energias para enfrentar os resultados do acidente.

Após algum tempo Rosemery ganhou uma prótese, deu os primeiros passos usando um andador e depois muletas. Aprender a caminhar de novo. Com o passar dos dias largou uma muleta, depois a outra e finalmente conquistou a segurança para andar sozinha.

Hoje esta guerreira trabalha como uma pessoa normal, cuida da casa e dos filhos, vai a praia, aos clubes e onde surgir um convite ou oportunidade.

"Não importa o que passamos, tudo que o destino nos reservar só nós poderemos enfrentar... temos que aprender a lidar com as adversidades, superar os obstáculos, viver com alegria, pois é isso que contagia o nosso bem viver", acrescenta Rosemery.

Emocionada, Rosemery enfatizou o carinho da família e dos amigos, que lhe deram motivação para contornar o futuro que aquele acidente lhe proporcionou. Ela conta que muitas pessoas que a conhecem dizem que vê-la caminhando, sempre sorridente e carismática, enxergam uma luz que ilumina a vida de quem não está preparado para exterminar seus temores. Ela deixa como mensagem uma frase de uma música do saudoso Gonzaguinha:

"Viver, e não ter a vergonha de ser feliz", finaliza esta maravilhosa mulher.





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