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Sexta, 15 de novembro

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FUNDO DO BAÚ

Na década de 70 as enchentes ainda eram motivo de divertimento para a população tijuquense

Dizem que antigamente as enchentes eram charmosas e românticas. Sabe por quê?

Porque não havia poluição das águas. É fácil entender: Até o início da década de 1980 a maioria das ruas das cidades da região não era pavimentada. Portanto, não havia tubulação de rede pluvial. Quando começou o processo de pavimentação com paralelepípedos e lajotas surgiram as tais redes pluviais, que deveriam servir como drenagem da água das chuvas, mas que acabaram sendo usadas como rede de esgotos. Essas tubulações levavam os esgotos para o rio e quando ocorriam inundações a água poluída se misturava com a da chuva, diferentemente de anos anteriores, quando as enchentes eram predominantemente de água limpa.

Com a mão no remo Helinho do Bento, sua irmã Eliete Maria dos Santos, Arlete Balbinoti casada com o Arlindo Reis, Leninha do Nora, Maria Helena Furtado, Cleia Duarte (filha do Getúlio Duarte), Lélia Bayer (filha da Maria Bayer que vivia com o Hamilton Campos), Mirna Furtado, e filho do Nilo. Dos quatro que estão em pé, o primeiro da esquerda é o Bito e o da direita o Caneta.  


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