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TIJUCAS

Memórias guardadas a sete chaves

07 Dezembro 2018 20:10:00

LITERATURA. Professora remonta o seu passado de lutas e conquistas

A Nova Crê, Croissant e Cafés, um aconchegante ambiente que vem agradando um público exigente e de paladar refinado, abrigará mais um importante evento cultural. Será na sexta-feira da próxima semana, dia 14 de dezembro, a partir das 18h15. Trata-se do lançamento e sessão de autógrafos da professora Paula Laudelina Marcelino, autora do livro Manuscritos Silenciosos, uma obra viabilizada com o apoio de familiares e amigos.

 Dona Paula nasceu na cidade de Tijucas, aos 26 de setembro de 1942. É filha de José João Marcelino, o conhecido José Leite, e Laudelina Marcelino, a Dona Adelina. Tiveram 19 filhos, dos quais três faleceram ainda bebês. Os outros 16 foram criados com muita educação, seguindo os bons conselhos e exemplos de seus pais.

Aluna do Colégio Espírito Santo

Paula Marcelino foi interna do antigo Colégio Espírito Santo, que funcionava no atual Lar Santa Maria da Paz. Em 1959, aos 17 anos, concluiu o cursou Regional, saindo preparada para lecionar como professora primária. Aos 23 anos voltou ao educandário para cursar o Normal, formando-se em 1968. Entre os dois cursos deu aula na Itinga e depois no atual município de Massaranduba.

A então jovem professora casou com 18 anos e teve três filhos. Não foi feliz nesse casamento e se divorciou aos 26 anos. Nessa época vinha de bicicleta do Centro da Itinga para estudar no Colégio Espírito Santo. Ficou com os filhos, sendo pai e mãe ao mesmo tempo. Foi muito feliz com eles, sempre unidos pelo mesmo afeto e respeito que reinam até hoje.

Após trabalhar em Massaranduba se radicou em Joinville, lecionando como professora de Educação Artística e orientadora das atividades complementares no Colégio Annes Gualberto. Lá fez cursos de Integração e Família, Educação Artística, Teatro Independente do Rio Grande do Sul e frequentou a Faculdade de Pedagogia.

Uma nova esperança

Dona Paula casou pela segunda vez com Celso Scarpim, com quem teve um filho. Viveram juntos durante 13 anos, quando ele veio a falecer. São eles, seus meninos e familiares, o elixir da sua existência.

A autora foi líder comunitária da Itinga e teve seu trabalho reconhecido pela Câmara de Vereadores de Tijucas, de quem recebeu duas honrarias: Moção de Louvor e Medalha do Mérito Maria Gallotti. Também foi homenageada duas vezes pela comunidade do Itinga, primeiro como bandeireira e festeira do Império do Divino Espírito Santo, em 1999, depois pelo grandioso trabalho desenvolvido em favor da construção da Capela São João Batista, contando com a parceria de Célio da Silva e dos moradores na organização de eventos para arrecadar fundos para a obra. A igreja, sem uma única dívida, foi inaugurada dia 27 de agosto de 2000. Também formou o grupo de jovens e o de idosos da Itinga, além de trabalhar no Ministério da Capela, tudo no período do padre Davi Antônio Coelho como pároco da cidade. Ele já confirmou presença na festa de lançamento.

Durante 13 anos em Joinville, Dona Paula foi empresária do ramo de comércio de confecções e na Bomboniere do Cine Palácio.

Como você lerá no livro, assim a escritora encerrou o breve relato da sua vida:

 "Reencontrei o primeiro amor de adolescente, nos casamos e agora aos 76 anos, meu companheiro com 81 anos, estamos vivendo felizes, realizados e sempre muito unidos".



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